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quinta-feira, 11 de junho de 2015

Luto








Foi reencontrar outros mestres do Horror

Christopher Lee, lendário ator britânico, morre aos 93 anos

 Este é um post que temia fazer, a ultima lenda viva do cinema macabro nos deixa saudosos, até mesmo por que apesar da idade avançada ainda era um astro em atividade com recentes filmes importantes e trabalhos respeitáveis do bom Heavy Metal. 

 O Wurdulak agradace e se despede do grande Mestre Christopher Lee.   

#LUTO

Segundo 'Telegraph', ele morreu no domingo (7).

Famoso por Drácula, ele também viveu Saruman em 'O senhor dos anéis'.


De cadeira de rodas, Christopher Lee é visto chegando no aeroporto Tegel, em Berlim, na chegada para participar do Fertival Internacional de Cinema de Berlim (Berlinale 2015), em 7 de fevereiro deste ano (Foto: Philipp Mertens/Geisler-Fotopres/Picture Alliance/AFP)Christopher Lee em Berlim em 7 de fevereiro deste
ano (Foto: Philipp Mertens/Geisler-Fotopres/
Picture Alliance/AFP)
O lendário ator britânico Christopher Lee, famoso por interpretar Drácula e o maligno Saruman em "O senhor dos anéis" e em "O Hobbit", morreu no domingo (7), aos 93 anos,  informa nesta quinta-feira (11) o jornal "The Telegraph".
De acordo com a publicação, ele estava internado havia três semanas em um hospital de Londres, na Inglaterra, para se tratar de insuficiência cardíaca e respiratória. A publicação diz ainda que a esposa de Lee optou por adiar o anúncio da morte porque queria, antes, avisar os familiares.
Christopher Lee nasceu em Londres em 27 de maio de 1922. Seus primeiros trabalhos como ator são dos anos 1940. Mas foi na década seguinte que se tornou uma estrela.
Do período, destacam-se "A maldição de Frankenstein" (1957), o seu Drácula em "O vampiro da noite" (1958) e "A múmia" (1959). Com a popular produtora britânica Hammer Film Productions, especializada em longas de terror, repediu o papel de Drácula em filmes dos anos 1960 e 1970.

imagem de vilão, contudo, parecia incomodá-lo. "Por favor, não me descrevam como uma 'lenda do horror'. Eu superei isso", afirmou em entrevista ao "Telegraph".

Nos últimos 15 anos, Christopher Lee foi apresentado a uma nova geração de fãs. Além de trabalhar em "O senhor dos anéis", apareceu em outra franquia que está entre as mais populares da história do cinema: "Guerra nas estrelas" ("Star wars", no original).
Outro papel marcante foi o do vilão Scaramanga em "007 contro o homem com a pistola de ouro" (1974). Curiosamente, Lee era primo de Ian Fleming, escritor que criou James Bond.
Trabalhou ainda em filmes do cultuado cineasta americano Tim Burton, como "A lenda do cavaleiro sem cabeça" (1999), o remake de "A fantástica fábrica de chocolate" (2005), na pele do pai de Johnny Depp, e "Sombras da noite" (2012).
Conhecido por sua voz muito marcante, Lee também dublou inúmeros filmes, inclusive de Tiim Burton. Deu voz a personagens de longas como "A noiva cadáver" (2005) e "Alice no país das maravilhas" (2010).

Fã de heavy metal
Ao longo da carreira, Christopher Lee explorou seu lado cantor e lançou discos. Gostava muito de heavy metal.
O mais recente trabalho foi o EP "Metal knight", lançado em 2014. "Associo o heavy metal à fantasia pelo tremendo poder que transmite", explicou em um comunicado na época do lançamento.
"Metal knight" tinha quatro canções e três versões alternativas das mesmas. Duas delas eram originais do musical "O homem de La Mancha": "I, Don Quijote" e "The impossible dream".  "Don Quixote é o personagem de ficção mais heavy metal que conheço", explicou Lee.

As outras faixas eram "The Toreador March", da ópera "Carmen", de George Bizet, e "My way", popularizada por Frank Sinatra.

Em dezembro de 2013, Lee havia se tornado o intérprete mais idoso com uma canção nas paradas dos Estados Unidos. A música se chamava "Jingle hell", espécie de paródia da natalina "Jingle b
ells".
Christopher Lee em cena de 'O Senhor dos anéis: A sociedade do anel' (Foto: Divulgação)Christopher Lee em cena de 'O Senhor dos anéis: A sociedade do anel' (Foto: Divulgação)
Christopher Lee: como Scaramanga em '007 contra o homem com a pistola de ouro' (1974), em 'A mansão da meia noite' (1983) e em 'Triage' (2009) (Foto: Divulgação/MGM)Christopher Lee: como Scaramanga em '007 contra o homem com a pistola de ouro' (1974), em 'A mansão da meia noite' (1983) e em 'Triage' (2009) (Foto: Divulgação/MGM)

Fonte: Portal G1

quarta-feira, 27 de maio de 2015

O Wurdulak Parabeniza os 93 Anos do Mito Christopher Lee

O lendário ator britânico de cinema de terror Christopher Lee, que nesta quarta-feira (27) completa 93 anos.
Um dos mais famosos intérpretes de Drácula no cinema,  Lee também é reconhecido por ter interpretado personagens como Frankestein, Saruman ("O Senhor dos Anéis") e o Conde Dookan, presente na segunda e terceira entrega da trilogia "Star Wars" entre outros personagens.
Apesar de sua avançada idade, Christopher Lee continua ativo e já esta há uma década no mundo musical desenvolvendo sua paixão pelo heavy metal, tendo lançado a um ano atrás seu seu terceiro trabalho musical solo o album "Metal Knight".

Vida Longa e Próspera!!!


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Uma Filha para o Diabo



To the Devil a Daughter (1976) Inglaterra/Alemanha Ocidental


O duelo entre um escritor de livros sobre ciências ocultas e o demônio, com quem a filha de um casal de amigos fez um pacto. A chave do mistério está nos códigos de Astharot, o livro satânico.


Terror produzido pela especialista Hammer, não exibido nos cinemas brasileiros. Teve realização tumultuada, com atores negando-se a interpretar algumas cenas e indecisão dos autores quanto ao desfecho da história. Em Londres, o nervoso Henry Beddows (Elliot) pede ao escritor americano de ciências ocultas, John Verney (Widmark) para tomar custódia de sua filha Catherine, interpretada por Nastassja Kinski, aos 17 anos, estreando no cinema. Motivo: A moça, proveniente da Baviera, está para completar 18 anos e corre o risco de ser sacrificada por uma seita satânica, As Filhas do Senhor, fundada pelo padre Michael Rayner (Lee). Embora duvidando disso, Verney hospeda Catherine em sua casa, chamando sua agente Anne Fountain (Blackman) e seu amante David (Valentine) para ajudá-lo a protegê-la. Enquanto isso, padre Michael chega a Londres e estabelece contato telepático com Catherine a fim de fazê-la possuída pelo Diabo. Verney recorre ao bispo (Francis) que excomungou o padre Michael há vinte anos, mas é tarde demais


Elenco:
Richard Widmark … John Verney
Christopher Lee … Father Michael
Honor Blackman … Anna
Denholm Elliott … Henry Beddows
Michael Goodliffe … George de Grass
Nastassja Kinski … Catherine
Eva Maria Meineke … Eveline de Grass
Anthony Valentine … David
Derek Francis … Bishop
Izabella Telezynska … Margaret
Constantine Gregory … Kollde
Anna Bentinck … Isabel
Irene Prador … German Matron
Brian Wilde … Black Room Attendant
Petra Peters … irmã Helle
William Ridoutt … Airport Porter
Howard Goorney … Critic
Frances de la Tour … Salvation Army Major
Zoe Hendry … 1st. Girl
Lindy Benson … 2nd. Girl
Jo Peters … 3rd. Girl
Bobby Sparrow … 4th. Girl
Ed Devereaux … Reporter
Bill Horsley … Curator
Peter Sykes … Man at airport



Download;

Tempo de Duração: 92 min
Formato: .AVI
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Tamanho: 700 Mb







Uma Filha para o Diabo é o canto do cisne da Hammer, antes de fechar as portas. O prego no caixão daquele que foi o mais importante estúdio de terror durante o final das décadas de 50 e 60, reinventando os monstros da Universal e trazendo sangue, sexualidade e cores para o gênero, e que desde o começo dos anos 70, vinha mostrando perda de força e principalmente de público, em grande parte por se ater a uma narrativa gótica com seus vampiros e criaturas sobrenaturais, que a audiência não queria mais ver nos cinemas.

Tanto que Uma Filha para o Diabo é uma tardia tentativa da Hammer de se equiparar ao crescente anseio dos fãs de terror pelo satanismo, muito impulsionado primeiramente por O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski, de 1968, e depois pelo sucesso estrondoso de O Exorcista, de William Friedkin, lançado no ano anterior. Reflexo do final da Era de Aquarius e aquele sentimento desgostoso na boca dos americanos com o fim da geração “paz e amor” e o crescimento do pessimismo pós-guerra do Vietnã, que tentou ser aproveitado pelo estúdio assim como outras modinhas de época, que deram miseravelmente errado (como os filmes de kung-fu no inenarrável A Lenda dos Sete Vampiros, ou de espionagem em Ritos Satânicos de Drácula).
Porém, como tudo que envolvia A Casa do Horror em seus últimos anos, o filme foi cercado de problemas, insatisfação de atores, escolhas de castingde última hora e até revolta do escritor Dennis Wheatley, que escreveu o livro em que o filme se baseia. Após ver o resultado final, o sujeito simplesmente proibiu que qualquer outro livro dele fosse levado às telas pela Hammer, por considerar o filme obsceno e muito longe de sua fonte literária. E olha que quase dez anos antes, a Hammer lançaria talvez seu melhor filme, As Bodas de Satã, também baseado em um livro do autor.
Estão olhando o quê?
Estão olhando o quê?
Entre a penca de problemas envoltos na produção, a Hammer e a EMI, co-produtora do filme, tiveram percalços financeiros e atritos para conseguir chegar a um consenso e selecionar tanto o responsável pela direção do longa, que ficou a cargo de Peter Sykes e para o papel de John Verner (Richard Widmark). A contratação de Windmark fez com que outros atores fossem dispensados, pois seu cachê era muito alto para o orçamento que tinham em mãos, e com isso os atores Michael Goodlife e Anthony Valentine foram escalados de última hora. Junte isso também a polêmica envolvendo duas cenas de nudez, uma de Christopher Lee, feita pelo seu habitual dublê de corpo, e outra o nu frontal da ninfeta Nastassja Kinski, que tinha só 17 aninhos na época. Tudo corria para ser um desastre.
O filme até que tem uma temática interessante e se sustenta por grande parte dos seus 95 minutos, principalmente por conta da caralhada de heresias e blasfêmias colocadas em cena, algo que a audiência clamava desde que Regan McNeil, sob influência de Pazuzu, mandou o moralismo dos filmes de horror às favas, e a magnânima atuação do sempre ótimo Christopher Lee como Michael Rayner, um padre excomungado que resolve se tornar adorador de Astaroth, e de Natassja Kinski como a freirinha Catherine Beddows, que apesar da bata, foi criada desde pequena para ser uma serva do mal e transpira malícia e sensualidade.
O que dá muito errado é exatamente a nêmese do padre Michael, o escritor inglês de livros sobre ocultismo, Verner, que não é um adversário a altura do eterno Drácula, os efeitos especiais bisonhos (como o pequeno bebê demônio, que mais provoca riso que espanto), o roteiro desconexo, as situações atabalhoadas, principalmente do controle mental que o padre Michael tem sobre a jovem Catherine, a direção frouxa de Sykes e o final abrupto e que deixa muito a dever. É um filme ambíguo que tinha tudo para dar certo, e tenho certeza que se fosse lançado na fase áurea da Hammer (vide o próprio fodástico As Bodas de Satã) seria um filmaço.

Círculo de proteção
A trama é que o padre Michael ao abandonar a Igreja há vinte anos, tornou-se um seguidor do chifrudo e começou uma nova ordem satânica no interioria da Bavária, na Alemanha. Os Beddows fizeram um pacto e ofereceram sua filha recém-nascida, Catherine, para que quando florescesse os seus 18 anos, na noite de Todos os Santos, seria usada como receptáculo para trazer o Coisa-Ruim à terra e dominar o mundo. Porém, arrependido, o pai da moçoila, Henry Beddows (Denholm Elliot) resolve voltar atrás e pede ajuda de Verney para manter a menina em segurança e frustrar os planos do padre Michael, com a ajuda de sua agente literária e seu amante. O embate entre dois entendedores das artes ocultas se dará até seu final, mas em uma dinâmica que não chega nem aos pés de Duc de Richeleau (Lee, bonzinho) contra o terrível satanista Mocata (Charles Gray) em As Bodas de Satã. Você vê que não paro de comparar as duas produções, tamanho o abismo entre elas.
Uma curiosidade é que aquele final tosco e do nada não é o final original deUma Filha para o DiaboALERTA DE SPOILER. Pule para o próximo parágrafo ou leia por sua conta e risco. No roteiro original, o padre Rayner se recupera da pedrada que leva (sim, o vilão do filme é detido com uma pedrada!!!) e persegue Verner que acabara de salvar Catherine e levá-la carregada para fora do local onde está para acontecer a missa negra. Ele então é atingido por um relâmpago quando ele cruza o círculo de sangue protetor que fez no chão. Seria “menos pior”.
Vale a pena dar uma conferida em Uma Filha para o Diabo, obviamente. A Hammer não atingiu sua redenção, e teve que encerrar suas atividades, sendo revivida como o próprio Drácula só depois de quarenta anos. Mas apesar da gema em mãos, que foi literalmente jogada fora por um conjunto de fatores internos e externos, poderia ser muito pior. Imagine se o último filme do estúdio tivesse sido o anterior e sofrível A Lenda dos Sete Vampiros? Ainda bem que este aqui foi lançado pelo menos com certo esforço para tentar, pela última vez, fazer dar certo.
Fonte; (101 horror movies)

sábado, 1 de janeiro de 2011

A Casa que Pingava Sangue [Dublado]

Capa e Cartaz do filme A Casa que Pingava Sangue

The House That Dripped Blood (1971) Inglaterra

Após mudar-se para uma antiga casa, o ator de filmes de terror Paul Henderson desaparece misteriosamente. Durante sua investigação, o Inspetor Holloway ouve quatro histórias sobre a casa.

Assassinato por Escrito: O escritor Charles Hillyer e sua mulher vão morar na casa onde ele passa a ser perseguido por Dominik, um personagem assassino de seu último livro.

Museu de Cera: Quando um museu de cera instala-se na casa, Phillip Grayson e Neville Rogers tornam-se obcecados por uma estátua que relembra uma mulher que conheceram no passado.

Doces para um Doce: A babá de Jane, Ann Norton, fica horrorizada com o jeito que o pai, John, trata a menina recusando-se até mesmo a dar-lhe uma boneca.

O Manto: Paul Henderson é um ator temperamental que está filmando uma produção de terror nas redondezas muda-se para a casa após comprar uma capa preta de um vendedor peculiar. A peça parece dar poderes ao homem e ele logo recebe a visita de sua co-estrela, Carla, que descobriu seu segredo.

Direção: Peter Duffell
Roteiro: Robert Bloch; Russ Jones
Produção: Max Rosenberg; Milton Subotsky
Produção Executiva: Gordon Westcourt; Paul Ellisworth
Fotografia: Ray Parslow
Música: Michael Dress
Edição: Peter Tanner
Direção de Arte: Tony Curtis
Maquiagem: Harry Frampton; Joyce James
Elenco: Denholm Elliott (Charles Hillyer), Peter Cushing (Philip Grayson), Christopher Lee (John Reid), Ingrid Pitt (Carla Lynde); John Bennett (Det. Insp. Holloway); John Bryans (A.J. Stoker); John Malcolm (Sgt. Martin); Joanna Dunham (Alice Hillyer); Tom Adams (Richard/Dominic); Robert Lang (Dr. Andrews); Joss Ackland (Neville Rogers); Wolfe Morris; Chloe Franks (Jane Reid); Jon Pertwee (Paul Henderson)

Revisitemos "A Casa que Pingava Sangue" (1971), já um pequeno clássico do horror e caro especialmente aos amantes dos “terror tales”, tão comuns na saudosa década de 1970 e hoje completamente esquecidos. Pois é um daqueles filmes divididos em episódios, com um fio condutor amarrando a trama e funcionando como uma historieta à parte. São quatro histórias curtas (em média 20 minutos cada uma) e todas são ótimas, cada uma com sua própria peculiaridade distinta, com um gosto envelhecido, agradável, talvez até com cheiro das páginas amareladas daqueles contos curtos porém rasteiros que saíam aos montes em magazines de horror e suspense como “Mistério Magazine de Ellery Queen”, “Mistério Magazine de Alfred Hitchcock”, “Horas de Suspense”, etc. E não é para menos, já que todo o filme é baseado em histórias do mestre do horror e suspense Robert Bloch (e também com roteiro de seu próprio punho), mais conhecido como autor do romance “Psicose” (1959), que Alfred Hitchcock transformou num clássico do cinema.

Bloch, aliás, escreveu e roteirizou uma série de filmes entre os anos de 1960 e 1970, todos eles para a produtora “Amicus”, que na época rivalizava com a “Hammer Films”, também inglesa, no mercado de horror. Só para dar uns exemplos desses filmes, hoje pérolas raras e amadas pelos aficionados: As Torturas do Dr. Diábolo, Asilo Sinistro, Picada Mortal.
Quanto à Casa que Pingava Sangue, e para aqueles que ainda não viram (e que desejam ver), seria chato conhecer a fundo a trama de cada episódio, por isso irei me limitar a pinceladas rápidas, apenas para uma primeira apreciação. Tudo começa quando um inspetor da Scotland Yard sai em busca de um ator de filmes de terror desaparecido, chamado Poul Anderson, tempos depois de ter alugado a famigerada casa, então sob o controle de um tal de Sr. Stoker. Na delegacia do próprio vilarejo, um assustado oficial de polícia conta ao agente outros casos estranhos de desaparecimento e morte que ocorreram num passado não muito remoto e que tinham relação com a casa. E então nos são apresentadas as histórias.

Na primeira delas (baseada no conto “Method for Murder”), um escritor de livros de crime e mistério resolve se isolar na mansão, juntamente com sua esposa, para terminar um novo trabalho, e acaba sendo vítima não propriamente de suas idéias obsessivas, mas de algo ainda mais insuspeito. Ele cria um personagem psicopata chamado Dominic e acredita estar sendo vítima de sua própria criação. O conto não é, como se poderia imaginar a primeira vista, completamente previsível: há um jogo psicológico com o espectador que funciona maravilhosamente (eu, pelo menos, caí que nem patinho). Sem dúvida é aqui, justamente nessa primeira história, que vemos a influência maléfica da casa se manifestando de forma mais intensa, fazendo jus à sua fama, talvez um tanto exagerada, de mal assombrada, embora a casa não participe, em qualquer uma das histórias, de maneira direta sobre as tragédias que recaem sobre os personagens, mas apenas, e como nos diz o próprio narrador, “exerce uma estranha influência sobre sua personalidade”. Tendo a personalidade ideal (seja lá o que isso signifique) não há qualquer problema.
A segunda história (“Waxworks”) é mais indireta ainda, já que o crime, o clímax do conto, não é relacionado à casa propriamente dita, mas a uma antiga e provavelmente não resolvida questão de adultério entre uma bela mulher já falecida (chamada apropriadamente de Salomé) e alguns homens que a amaram no passado. Acontece que o dono de um museu de cera da cidade construiu uma cópia perfeita de Salomé e a mantém exposta, até que um negociante aposentado (interpretado por ninguém menos que o grande e inigualável ator britânico Peter Cushing) a descobre perdida na semi-obscuridade do museu e fica fascinado pela sua beleza e por estranhas recordações do passado. Esse homem, não por acaso, acabara de se isolar na Casa, e daí à conclusão de que algo aterrador irá acontecer é um pulo. Esse, ao menos, levará consigo um velho amigo, que também fora no passado um joguete de Salomé e ainda se mantém preso em recordações saudosas.

Essa história não é absolutamente original, já que parte da lenda de Salomé (aquela que fora uma princesa na época do Rei Herodes, e que já foi contada e recontada, entre outros, até pelo poeta irlandês Oscar Wilde numa peça de teatro), e mescla com o tema comum às histórias de horror envolvendo um museu de cera. É possível que o conto esteja até mesmo deslocado da premissa do filme, mas acaba passando batido por ser, entre outras coisas, divertido, simpático, com bons atores e, of course, ter Peter Cushing no elenco.

O que nos leva à terceira história (“Sweets to the Sweet”) - e a minha preferida. Não somente pelo fato de ter Christopher Lee no elenco, mas por ser a mais sádica, cruel e diabólica, a despeito do fato de apresentar uma linda garotinha loira como estrela principal. Lee interpreta um pai austero e anti-social, que resolve se isolar com a filha na casa de campo por achar que ela herdou, da mãe, uma tendência a práticas de bruxaria. E talvez ele tenha razão; por medo, acaba tratando a menina com rispidez, o que só faz aumentar a raiva e a vontade de vingança da garotinha. Nem mesmo a presença de uma belíssima e dedicada babá impedirá a tragédia que se desenrola aos poucos no casarão. Final previsível, mas aterrador, sinistro, resgatando a prática macabra do vodu tal como se acreditava que era praticado pelas bruxas da idade média. Uma história crua, gélida, e Lee, como sempre, muito à vontade no papel.

A quarta história é aquela que iniciou tudo (a história do ator de filmes de terror desaparecido, o tal Poul Anderson), que havia alugado a casa durante o tempo em que iria atuar num novo filme de horror mas, por causa de uma “capa de vampiro” supostamente verdadeira, acaba se envolvendo numa trama vampírica macabra e insuspeita. Além do canastríssimo Jon Pertwee como o “astro de cinema” (como ele enfatiza com toda pompa), esse episódio traz a diva do terror inglês Ingrid Pit, que já na década anterior vinha se destacando nos filmes de terror da produtora “Hammer”, mais especificamente naquele que se tornou um clássico: A Condessa Drácula (inspirado na história de Elizabeth Bathory). O conto é muito divertido e revive com bom humor e originalidade o tema do vampirismo, então já revirado do avesso nos filmes de terror britânicos. Curiosamente, essa história é a única que consegui encontrar na forma do conto original escrito por Robert Bloch: saiu numa coletânea portuguesa de histórias de vampiros chamada “12 Histórias de Vampiros – Apresentadas por Roger Vadim”, mas é bastante diferente da adaptação em filme, preservando só a idéia da capa que tem poderes de transformar em vampiro quem a veste. Clima sinistro do começo ao fim, bons argumentos, boa música, atores carismáticos, a junção de todos esses elementos, e muito mais, tornam A Casa que Pingava Sangue um verdadeiro clássico. Filme que não canso de rever.

E.R.Corrêa

Fonte; http://siteantigo.bocadoinferno.com/artigos/piingo.html

Tamanho:700Mb

Àudio: Portugues

Formato: TVRIP

Qualidade audio:10

Qualidade video:10
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sangue de Drácula

Taste the Blood of Dracula (1970) Inglaterra

Três distintos cavalheiros estão procurando por algo excitante em suas tediosas vidas. Eles entram em contato com um dos servos de Drácula e realizam uma cerimônia noturna para trazê-lo de volta à vida. Os três homens matam o servo do Conde, e, como vingança, ele decide que os cavalheiros serão mortos, um a um, por seus próprios filhos....

Diretor: Peter Sasdy

Elenco: Christopher Lee, Geoffrey Keen, Gwen Watford, Linda Hayden, Peter Sallis, Anthony Higgins, Isla Blair, John Carson

Tamanho do Arquivo (AVI): 385.8 MB

Downloads;

Megaupload (Legenda Embutida):

http://www.megaupload.com/?d=CR16ICTH

Rapishare (RMVB - 4 partes - 305Mb) Legenda: português/embutida

Parte 1,Parte 2,Parte 3,Parte 4

Mediafire (RMVB - 4 partes - 305Mb) Legenda: português/embutida

Parte 1,Parte 2,Parte 3,Parte 4

sábado, 25 de setembro de 2010

O Monstro de Duas Faces

The Two Faces of Dr. Jekyll (1960) Inglaterra

Londres, 1874. Henry Jekyll (Paul Massie) é um dedicado pesquisador que há 6 anos está casado com Kitty (Dawn Addams), mas lhe dá pouca atenção. Com isso ela se apaixonou por Paul Allen (Christopher Lee), o maior amigo de Jekyll. Paralelamente Henry desenvolve uma fórmula que faz vir à tona o lado negro de cada ser e, ao aplicar em si esta droga, Jekyll se altera não só psicologicamente como fisicamente. Logo ele está na Sphinx, uma casa noturna cara mas de má reputação. Lá encontra Kitty e Paul, que conversam com ele. Logo Jekyll está dançando com Kitty, que não imagina que este desconhecido que diz se chamar Edward Hyde é o seu marido, que ela tanto evita. Este encontro marca o início de várias tragédias.

Diretor: Terence Fisher
Elenco: Paul Massie, Dawn Addams, Christopher Lee, David Kossoff, Norma Marla.

Curiosidades;

- Este é o 7º de 12 filmes em que o diretor Terence Fisher e o ator Christopher Lee trabalharam juntos. Os demais foram
Song of Tomorrow
(1948),
A Maldição de Frankenstein
(1957),
Vampiro da Noite
(1958), A Múmia (1959),
O Homem que Enganou a Morte
(1959),
O Cão dos Baskervilles
(1959),
Sherlock Holmes und das Halsband des Todes
(1962),
A Górgona
(1964),
Drácula, o Príncipe das Trevas
(1966),
Night of the Big Heat
(1967) e
As Bodas de Satã
(1968).
- Filmado previamente como
Dr. Jekyll e Mr. Hyde - O Médico e o Monstro
(1920), O Médico e o Monstro (1932) e
O Médico e o Monstro
(1941).
- Refilmado para a TV, como
Jekyll & Hyde
(1990).

Tamanho do Arquivo (AVI): 475.38 MB

Download (Legenda Embutida):

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

A Essência da Maldade

The Creeping Flesh (1973) Inglaterra

Dr.Emmanuel Hildern (Peter Cushing) retorna à Londres com um esqueleto que achou em Papua Nova Guiné, ele acredita que o fossil pertença a um primata ancestral ao homem. Certo dia ao limpa-lo percebe algo incrível, que poderia ser a cura de inúmeras doenças que afligem o ser humano. Mas na verdade descobre que a criatura é a origem de todo o mal no mundo ,a essência da maldade , seu irmão o Dr.James Hildern, querendo ter os créditos pela descoberta rouba o fossil , causando problemas mortais para toda a humanidade.

Formato: AVI/DVDRip
Tamanho 700 MB
Duração: 94 minutos
Idioma: Inglês
Legendas: Português (separadas)
Direção: Freddie Francis
Elenco: Peter Cushing, Christopher Lee, Lorna Heilbron, George Benson, Hedger Wallace, David Bailie.

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Senha: www.cinespacemonster.blogspot.com

O DEMÔNIO DO FOGO

Night of the Big Heat (1967) Inglaterra

Embora a Inglaterra esteja no meio de um inverno congelante, a pequena ilha escocesa de Fara experimenta uma onda de calor que ultrapassa os 40 graus e sobe diariamente.
Sem muito o que fazer, a jovem e linda Angela Roberts dá um jeito de esquentar ainda mais a situação enquanto um cientista misterioso recém chegado, o Dr. Godfrey Hanson, faz pesquisas com o solo e instala câmeras pela ilha.
Quando indagado, Godfrey diz suspeitar que a onda de calor seja obra de alienígenas e tentará provar sua teoria e dar um fim a tudo aquilo juntamente com o médico local, o Dr. Vernon Stone

ELENCO:
Christopher Lee - Godfrey Handson
Peter Cushing - Dr.Vernon Stone
Patrick Allen - Jeff Callum
Jane Merrow - Angela Roberts
Sarah Lawson - Frankie Callum
William Lucas - Ken Stanley
Kenneth Cope - Tinker Mason
Anna Turner - Stella Hayward

Video Codec : AVI
Formato : DVDRip
Tamanho : 700 Mb
Servidor: Rapidshare ( 8 Partes )
Idioma : Inglês
Legendas: separadas
Duração : 90 minutos
Direção : Terence Fisher

DOWNLOAD:
http://rapidshare.com/files/84197530/Night_Of_The_Big_Heat.part1.rar http://rapidshare.com/files/84203361/Night_Of_The_Big_Heat.part2.rar http://rapidshare.com/files/84208562/Night_Of_The_Big_Heat.part3.rar http://rapidshare.com/files/84213733/Night_Of_The_Big_Heat.part4.rar http://rapidshare.com/files/84219595/Night_Of_The_Big_Heat.part5.rar http://rapidshare.com/files/84225921/Night_Of_The_Big_Heat.part6.rar http://rapidshare.com/files/84232479/Night_Of_The_Big_Heat.part7.rar
http://rapidshare.com/files/84238297/Night_Of_The_Big_Heat.part8.rar
LEGENDAS:
http://rapidshare.com/files/382162084/Night_Of_The_Big_Heat.srt

Agradecimento ao meu caro amigo cartwright

Imbd; http://www.imdb.com/title/tt0062037/

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Uma Filha Para O Demônio

To the Devil a Daughter (1976) Inglaterra / Alemanha

O duelo entre um escritor de livros sobre ciências ocultas e o demônio, com quem a filha de um casal de amigos fez um pacto. A chave do mistério está nos códigos de Astharot, o livro satânico

Já nos seus anos de declínio, a lendária produtora inglesa Hammer conseguiu lançar Uma Filha Para o Demônio em sistema de co-produção com a Alemanha, para alegria dos fãs de Christopher Lee que ansiavam assistir ao “imortal” intérprete do Conde Drácula numa das suas últimas aparições dignas de aplauso. Lee interpreta o sinistro Padre Michael Rayner, cuja missão é tomar conta da noviça Catherine (Nastassja Kinski) até sua inevitável entrega ao demônio Astaroth através de missa negra a ser realizada num dos ermos de Londres. Surge o escritor John Verney (Richard Widmark), estudioso das práticas satanistas e disposto a livrar a moça de um destino sombrio.

Download;

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Legendas;

To_the_Devil_a_Daughter1976ptbr.html

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

AS PROFECIAS DO DR. TERROR

Durante uma viagem de trem, o destino de cinco homens é definido pelas cartas do Dr. Terror, cujo revelam coisas horríveis na vida de cada um, começando assim a contar o que acontecerá com cada um dos cinco homens, envolvendo então histórias de lobisomem, vampiros e até mesmo sobre voodoo.

Elenco

Peter Cushing (Dr. Sandor Schreck)
Christopher Lee (Franklyn Marsh)
Max Adrian (Dr. Blake)
Ann Bell (Ann Rogers)
Michael Gough (Eric Landor)
Jennifer Jayne (Nicolle)
Neil McCallum (Jim Dawson)
Bernard Lee (Hopkins)
Roy Castle (Biff Bailey)

Formato: RMVB
Tamanho: 317 MB (4 partes)
Idioma: Inglês
Legendas: Português
Duração: 1:33:07

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quinta-feira, 28 de maio de 2009

A MALDIÇÃO DE FRANKENSTEIN

The Curse Of Frankenstein (1957) Inglaterra
O Barão Victor Frankenstein (Peter Cushing) descobre uma maneira de enganar a morte. Para testar sua descoberta, monta um corpo com pedaços de diferentes cadáveres. O resultado é uma criatura sem nome (Christopher Lee), irracional e sedenta de morte.
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Formato: RMVB
Idioma: Inglês
Legenda: Português
Duração: 83 minutos
Tamanho: 290MB
Servidor: Rapidshare
Senha; http://farra.clickforuns.net

quinta-feira, 9 de abril de 2009

O CONDE DRÁCULA

Nachts, wenn Dracula erwacht (1970) Espanha/Alemanha/Itália
Nessa produção espano-ítalo-germânica dirigida pelo hoje "cult" Jesus Franco (ou Jess Franco, como ele preferia), ninguém menos que Christopher Lee aparece como um Drácula até que bastante semelhante ao descrito por Stoker, com o bigodão branco característico do personagem e a palma da mão peluda. Contudo, está bem distante da imagem satânica e cruel que criou ao longo de sua bem sucedida carreira enquanto ator na Hammer Films. Para dizer a verdade, nessa época ele ainda estava na ativa no famoso estúdio inglês de filmes de terror, sendo que já em 1973 voltaria a interpretar o Conde mais uma vez em Os Ritos Satânicos de Drácula (The Satanic Rites of Dracula), um dos piores exemplares da série. Antes desse, porém, em 1972, ele apresentaria o ótimo documentário A Verdadeira História de Drácula (In Search of Dracula), dirigido por Calvin Floyd a partir do livro homônimo dos especialistas em vampirismo Raymond T. McNally e Radu Florescu, segundo o roteiro de Ivonne Floyd. Esse documentário - que nada tem a ver com a Hammer - apresenta vários trechos de filmes famosos e não tão famosos sobre Drácula e vampirismo, inclusive dessa obscura e desconhecida obra de JessFranco.
Fonte;http://www.bocadoinferno.com/romepeige/filmes/C/C120.html
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Curiosidades:
Vincent Price foi cotado para interpretar Van Helsing, porém seu contrato exclusivo com a American International Pictures. A segunda opção de Jess Franco foi Dennis Price, que não pôde por motivos de sáude, ficando assim o papel para o ator Herbert Lom. Christopher Lee e Herbert Lom não chegaram a contracenar juntos no filme. As cenas deles foram filmadas individualmente.
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Formato: RMVB
Idioma: Inglês
Legendas: Português, embutidas
Tamanho: 316 MB (Dividido em 4 partes)
Servidor: Rapidshare
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sábado, 14 de março de 2009

O Homem Que Enganou A Morte

The Man Who Could Cheat Death (1959) Inglaterra
O roteiro é de Barré Lyndon e conta a história de dois médicos que descobriram uma forma de rejuvenescer e se manterem vivos por anos. Nosso protagonista está com 104 anos, mas tem esse aspecto do pôster. Ele precisa fazer logo uma cirurgia. Enquanto não consegue toma uma poção, cheia de fumaça e mistério que o mantém novo até a cirurgia.
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Legendas;

segunda-feira, 9 de março de 2009

Um Grito de Pavor

Scream of Fear (1961)
No filme Penny Appleby (Susan Strasberg) sofreu um acidente fazendo equitação e ficou confinada a uma cadeira de rodas, e retorna para casa do pai para viver com sua madrasta na Riviera francesa. Onde durante a noite Penny ouve barulhos e vê imagens que se confundem nas sombras da casa e acaba vendo o pai morto, sentado numa poltrona. A madrasta garante que foi um sonho ou uma imaginação.
Dr.Pierre Gerrard (Christopher Lee) lhe medica e tenta convencê-la de que ela estava imaginando, vendo coisas que não existiam.Para completar a madrasta recebe um telefonema do pai e chama a Penny para falar com ele...Enquanto isso as tais "visões" vão ficando cada vez mais reais.
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Download Torrent:
Legendas;

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Vampiros - A Sede pela Verdade

Um especial com duas horas de puro entretenimento, mergulhando fundo no horror clássico e na persistente atração que exercem os vampiros. Através de clipes de filmes memoráveis, entrevistas com especialistas e material histórico, você acompanhará uma completa exploração do mundo dos vampiros. Dos mitos e contos lendários à procura pelo Conde Drácula, este documentário ilumina todos os cantos obscuros deste assunto fascinante. Vampiros: A Sede pela Verdade é cativante, dinâmico, intrigante e revelador. Fala diretamente à nossa interminável fascinação pelos vampiros, ao crescente interesse de nossa sociedade pelos assuntos místicos e para-normais e nosso desejo inato de sentir medo.
Download;
GÊNERO: DOCUMENTÁRIO
ÁUDIO: PORTUGUÊS
TAMANHO: 171MB (total)
FORMATO: RAR
1º opção 4 Shared
1º Parte
2º Parte
2º opção Megaupload
1º Parte
2º Parte

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

A CASA QUE PINGAVA SANGUE

The House That Drippled Blood, 1971, Inglaterra
"A Casa que Pingava Sangue" (1971), já um pequeno clássico do horror e caro especialmente aos amantes dos “terror tales”, tão comuns na saudosa década de 1970 e hoje completamente esquecidos. Pois é um daqueles filmes divididos em episódios, com um fio condutor amarrando a trama e funcionando como uma historieta à parte. São quatro histórias curtas (em média 20 minutos cada uma) e todas são ótimas, cada uma com sua própria peculiaridade distinta, com um gosto envelhecido, agradável, talvez até com cheiro das páginas amareladas daqueles contos curtos porém rasteiros que saíam aos montes em magazines de horror e suspense como “Mistério Magazine de Ellery Queen”, “Mistério Magazine de Alfred Hitchcock”, “Horas de Suspense”, etc. E não é para menos, já que todo o filme é baseado em histórias do mestre do horror e suspense Robert Bloch (e também com roteiro de seu próprio punho), mais conhecido como autor do romance “Psicose” (1959), que Alfred Hitchcock transformou num clássico do cinema. Bloch, aliás, escreveu e roteirizou uma série de filmes entre os anos de 1960 e 1970, todos eles para a produtora “Amicus”, que na época rivalizava com a “Hammer Films”, também inglesa, no mercado de horror. Só para dar uns exemplos desses filmes, hoje pérolas raras e amadas pelos aficionados: As Torturas do Dr. Diábolo, Asilo Sinistro, Picada Mortal.
Fonte; http://www.bocadoinferno.com/romepeige/artigos/piingo.html
Arquivo: RMVB
Tamanho: 304 Mb
Download;
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