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terça-feira, 27 de janeiro de 2009

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

DVD Brasil - Encarnação do Demônio em 21 de Janeiro

A Fox soltou um release com a data de lançamento do novíssimo filme de José Mojica Marins para as locadoras nacionais. Encarnação do Demônio chega em 21 de Janeiro e para quem não conseguiu assistir no cinema devido as poucas cópias disponíveis (eu to fora fui na estreia) terá a chance de se redimir no DVD. Os detalhes sobre extras não foram divulgados.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

O ESTRANHO MUNDO DO ZÉ DO CAIXÃO em quadrinhos

Essa é do ano de 1969, e acho que não preciso apresentar José Mojica Marins, o Zé do Caixão, esquecido pelo nosso povo, mas cujos filmes são cult nos Estados Unidos. Essa revista apresenta uma história do próprio Zé, roteiro de R.F. Lucchetti e desenhada pelo excelente Nico Rosso, depois uma fotonovela do filme do Zé : 1 parte de "O estranho mundo de Zé do Caixão".
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http://rapidshare.com/files/79534129/O_estranho_mundo_de_Z__do_Caix_o_01.cbr

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Demônios e Maravilhas

Documentário que aborda momentos importantes da vida do cineastra José Mojica Marins, tais como sua prisão por um delito que não cometeu, o grave enfarte sofrido, o lançamento com sucesso de alguns dos seus filmes e a festa de 15 anos de um caixão utilizado nas fitas do personagem Zé do Caixão.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Exorcismo Negro

O cineasta José Mojica Marins vai passar uns tempos no interior, na casa de uma família de amigos. Repentinamente, começam a ocorrer fenômenos paranormais com os familiares. Os acontecimentos estão ligados a um pacto ocorrido no passado e que se relaciona de forma obscura ao personagem Zé do Caixão.
Direção: José Mojica Marins
Roteiro: José Mojica Marins e Rubens Francisco Luchetti
Gênero: Suspense/Horror
Origem/Ano: BRA/1974
Formato: rmvb
Áudio: Português
Duração: 94 min
Tamanho: 307 MB
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Maldito - O Estranho Mundo de José Mojica Marins

Documentário que conta a vida e a carreira de José Mojica Marins, o cineasta que criou o personagem Zé do Caixão. Sua originalíssima trajetória é apresentada pela articulação de entrevistas exclusivas, fotos antigas e trechos de filmes - inclusive cenas consideradas perdidas há décadas. Como nunca antes, revelam-se seus problemas com a censura, o álcool e as aranhas.
Direção: André Barcinski e Ivan Finotti
Origem/Ano: BRA/2001
Formato: rmvb
Áudio: Português
Legendas: Inglês (embutidas)
Duração: 65 min
Tamanho: 279 MB
Servidor: Rapidshare
Download:Parte1 Parte2 Parte3
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http://cinemageddon.org/details.php?returnto=%2Fmytorrents.php&id=38010

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O Profeta da Fome

O longa conta a história de um faquir que trabalha em um circo paupérrimo do interior. Quando o circo pega fogo ele inicia com sua mulher uma longa caminhada acompanhado pelo domador do circo. Ao chegar em uma cidade em festa, ele apresenta um número sensacional: o de um crucificado vivo. Ele atrai muita gente com o espetáculo e acaba se transformando numa espécie de "santo", mas é preso, e na prisão descobre a chave do sucesso: a "industrialização de sua fome", transformando sua desgraça em atração popular.
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Direção: Maurice Capovilla
Ano: BRA/1969
Formato: rmvb
Tamanho: 347 MB
Servidor: Megaupload
Download Link:Parte Única

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O Estranho Mundo de Zé do Caixão

O Estranho Mundo de Zé do Caixão, Brasil, (1968)
Elevado ao estado inatingível dos seres sobrenaturais, Zé do Caixão desfia sua filosofia e apresenta três contos. Em O Fabricante de Bonecas, marginais invadem a casa de um velhinho e descobrem o segredo da confecção de suas bonecas. Em Tara, um vendedor de balões fantasia uma paixão doentia por uma garota que ele segue obsessivamente pelas ruas. Em Ideologia, o excêntrico Professor Oãxiac Odéz tenta provar a um rival que o instinto prevalece sobre a razão, usando métodos nada ortodoxos.
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Formato: RMVB
Tamanho: 310MB
Parte1 Parte2 Parte3 Parte4

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Zé do Caixão em carreira internacional

Boas notícias para o Zé do Caixão após a constatação de que seu último filme, Encarnação do Demônio, não está indo bem nas bilheterias nacionais.
A empresa One-Eyed Films, de Londres, vendeu os direitos de exibição dos filmes de Zé do Caixão,The Coffin Joe Horror Collection, para o Independent Film Channel, canal norte-americano e canadense de TV a cabo famoso por exibir sua programação sem qualquer tipo de censura.
A coleção traz as produções do brasileiro José Mojica Marins, com seu alter ego Zé do Caixão, em nove filmes com títulos como À Meia-Noite Levarei Sua Alma, Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver e O Estranho Mundo de Zé do Caixão.
Em outra notícia relacionada, surgida na revista Variety, a One-Eyed está acertando acordos em São paulo para fazer filmes do gênero terror. E já está em desenvolvimento o primeiro filme falado em inglês com o personagem Coffin Joe (Zé do Caixão), cujo título deve ser The Bitter Garden.
Como sempre, o pessoal lá de fora dá mais valor e apoio a pessoas talentosas, como o Zé do Caixão, do que nós.

sábado, 16 de agosto de 2008

Prontuário 666

"porque quem se inspira na história de Deus, acredita nele..."
Sem medo de cair na generalização quanto ao intricado processo da arte, existem basicamente dois tipos de criação: ou você tem uma janela inteira para jogá-la no chão e juntar os pedaços em um todo, ou você começa apenas com os pedaços no chão, sem janela, perspectiva ou todo, apenas uma vaga idéia da soma das partes. A primeira técnica é mais comum entre aqueles que já sabem do começo, meio e fim de seus processos. A segunda só é mesmo usada por quem não tem muito a perder, afinal de contas, é difícil começar sem saber para onde ir. Samuel Casal, fragmentado em idéias que vem e vão muito rápido, é daqueles que preferem começar pelos caquinhos e, mesmo que sem intenção de juntá-los, termina sendo acometido por um talento próprio – ora chamado de “feeling” – para encaixar as peças, em um processo 90% intuitivo, 10% vicioso.
E em função dessa disfunção natural, somente agora, após 18 anos como ilustrador profissional, é que Samuel Casal criou coragem para lançar seu primeiro trabalho sozinho (ou quase, já que ele tem a ajuda no roteiro de Adriana Brunstein). E como ironia chega desavisada, a coragem de Casal aconteceu com um personagem que só existe em função do medo: Zé do Caixão. É ele quem está ilustrado nas páginas de Prontuário 666: os anos de cárcere de Zé do Caixão (Conrad, R$ 24), em um trabalho que, à semelhança do ilustrado, se fragmenta para se juntar e é tão cortante que você não sabe ao certo onde começa Zé do Caixão e onde termina Samuel Casal. O artista foi o primeiro a ser chamado para participar de um projeto que, a princípio, reuniria vários autores, e terminou pegando o pacote completo.
“Fui o primeiro a ser contactado e recebi a última história do álbum pra fazer, justamente por causa das características do meu trabalho. Como acabei fazendo todo o álbum, transformei alguns argumentos e criei outros pra fazer uma história só. Eles (o pessoal da Conrad) me procuraram por causa desse preto-e-branco que tenho, acharam que cabia bem com meu trabalho. Não tive que me adaptar ao personagem, fui escolhido porque tinha características que combinavam com ele. Zé do Caixão já passou pelos quadrinhos, mas sempre com um estilo mais clássico de desenho. Quando peguei o personagem, senti que podia fazer algo diferente porque ele é muito gráfico, mais gráfico que o Batman”, explica o artista.
Dos argumentos que Casal recebeu, alguns foram jogados fora e ele admite que começou tudo sem qualquer linearidade. Levando-se em conta que seu trabalho é praticamente todo feito direto no computador, é realmente de impressionar a habilidade que ele teve em criar um roteiro com começo, meio e fim bastante sólidos, partindo de uma sórdida história sobre tatuagens (o que não vem casualmente, sendo Casal também um tatuador), passando por algumas cenas fortes dentro do cárcere onde Zé do Caixão está “preso” desde 1968 até 2008 (quando ele é libertado em seu novo filme Encarnação do demônio), até a revelação do “verdadeiro” nome do personagem de José Mojica Marins que, de macabro, terminou virando cult (uma sina edwoodiana).

“O máximo que acontece num álbum é eu pegar uma folha de ofício e marcar a dimensão dos quadros e fazer um rabisco tosco, isso quando estou com o texto que quero distribuir e com o número de páginas que vou usar. Mas isso tudo é redimensionado depois. Troco quadro, volto página, é tudo mesmo direto no computador, sem rascunho nem nada, no mouse”, garante o ilustrador, vencedor de oito prêmios HQMix e mestre maior na arte do desenho vetorial, mérito seu e do Freehand, seu software de cabeceira.
Casal confessa que fazer Zé do Caixão em quadrinhos foi um desafio pessoal. Autor de algumas HQs curtinhas, publicadas em revistas multiautorais (incluindo a pernambucana Ragu), ele admite uma “birra” em criar um trabalho só seu. Sob pressão – quando recebeu a missão de escrever este álbum sua mulher estava grávida de seis meses e ele precisava terminar tudo antes de Bruna nascer –, o artista não apenas conseguiu concluir a “encomenda”, como lançou um trabalho que deve chamar a atenção particularmente por um visual, esse sim, verdadeiramente assustador. No bom sentido do mau.
Texto publicado originalmente no Jornal do Commercio (27.07.2008)
A Conrad disponibilizou aqui as primeiras páginas do livro

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

O Despertar da Besta / Ritual de Sádicos

Hoje e o grande dia para o cinema de terror brasileiro pois marca a estréia do filme A Encarnação do Demonio, que após 30 anos de espera fecha a trilogia do coveiro Zé do Caixão.
Para coroar esse dia especial a Wurdulak apresenta o filme
Ritual dos sádicos.

Se José Mojica Marins carrega o epíteto de cineasta maldito, não resta dúvida que O despertar da besta é o mais maldito de seus filmes. Produzido em 1969 com o título de Ritual dos sádicos, foi imediatamente vetado pela censura do então governo militar, que não satisfeito em impedir a exibição do filme, pretendia também destruir todas as cópias e o negativo. Recuperado durante a década de 80, foi somente exibido em mostras e festivais, sem ter recebido lançamento comercial. Tamanha ira contra o filme explica-se pela forma franca e explícita pela qual o filme aborda o consumo de drogas.
No filme um renomado psiquiatra injeta doses de LSD em quatro voluntários com o objetivo de estudar os efeitos do tóxico sob a influência da imagem de Zé do Caixão. O personagem aparece de maneira diferente nos delírios psicodélicos de cada um, misturando sexo, perversão, sadismo e misoginia.
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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Esta Noite Encarnarei no teu Cadáver (1967)

Após sobreviver ao ataque sobrenatural do final de “À Meia Noite Levarei Sua Alma” Zé do Caixão continua na busca obsessiva da mulher ideal capaz de gerar o filho perfeito. Com a ajuda do fiel criado Bruno, ele rapta seis belas moças, submetendo-as às mais terríveis torturas. Só a mais corajosa sobreviverá ao teste e poderá ser a mãe de seu filho. Mas Zé comete um crime imperdoável ao assassinar uma moça grávida. Atormentado pela culpa de ter morto uma mulher inocente, ele sofre um pesadelo no qual é levado para um inferno gelado, onde reencontra suas vítimas - numa espetacular sequência em cores, com cerca de 8 minutos.
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Formato: rmvb
Tamanho: 360 MB
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quinta-feira, 31 de julho de 2008

À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1963)

O cruel e sádico coveiro Zé do Caixão - temido e odiado pelos moradores de uma cidadezinha do interior - é obcecado em gerar o filho perfeito, que possa dar-lhe a continuidade de seu sangue. Sua esposa não pode engravidar e ele acredita que a namorada de seu amigo seja a mulher ideal que procura. Após ser violentada por Zé, a moça jura cometer suicídio para retornar dos mortos e levar a alma daquele que a desgraçou. A saga de Zé do Caixão continuou no filme "Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver".
Elenco
Ilídio Martins Simões ... Dr.Rodolfo, médico localJosé Mojica Marins ... Zé do CaixãoMagda Mei ... Terezinha de OliveiraNivaldo Lima ... Antônio de AndradeValéria Vasquez ... Lenita (Esposa do Zé do Caixão)

Diretor: José Mojica Marins
Duração: 81 minutos
Roteirista: José Mojica Marins
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Encarnação do Demônio

Dia 08 de agosto estréia o filme, "A Encarnação do Demônio", do cineasta José Mojica Marins o mais importante representante do cinema macabro sulamericano.
A trama: após 30 anos preso numa cela para doentes mentais, Zé do Caixão é finalmente libertado. Novamente em contato com as ruas, o sádico coveiro está decidido a cumprir a mesma meta que o levou preso: encontrar a mulher que possa lhe gerar um filho perfeito. Em seu caminho pela cidade de São Paulo, deixa um rastro de horror, enfrentando leis não naturais e crendices populares.
O filme fecha a trilogia sobre o macabro coveiro, iniciada em "À Meia-Noite Levarei Sua Alma" (1963) que seguiu com "Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver"(1967), que com certeza são os mais importantes clássicos de horror nacional, que serão postados aki na sequencia.
Hoje 31/07/08 os Belo Horizontinos poderam assistir a uma A sessão exclusiva de pré-estréia no Cinemark Pátio Savassi, às 21h. com a presença do Zé do Caixão.Para quem não aguenta a anciedade(como eu por exemplo) e uma boa oportunidade.
O filme ainda vai ser homenageado no festival de Veneza de Cinema, que e segundo o proprio Mojica, e um sonho realizado e o cineasta também e capa da revista Set de agosto.
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segunda-feira, 14 de julho de 2008

quarta-feira, 9 de julho de 2008

O Mestre do Terror está de Volta


Os brasileiros, em agosto, poderão assistir ao retorno do clássico personagem às telonas: Zé do Caixão, único ícone do cinema de horror nacional, que reaparece nos cinemas no dia 8 de agosto. E, para a alegria dos fãs, o coveiro sádico não poderia voltar em melhor forma.
O filme "Encarnação do Demônio", o retorno de Zé, é o terceiro da trilogia composta por "À Meia-Noite Levarei Sua Alma" (1964) e "Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver" (1966). O capítulo de encerramento da história do coveiro chega em um momento em que o cinema de horror aposta em violência gore (que usa e abusa de sangue e vísceras) e um certo sadismo para conquistar as platéias. Consciente disso, Mojica investe muito em cenas pesadas de tortura, que não devem nada a produções como "Jogos Mortais" e "O Albergue".
Violência nunca foi uma novidade no cinema do diretor: "À Meia-Noite..." e "Esta Noite..." chocaram platéias na década de 60, com cenas de Zé do Caixão arrancando os olhos de suas vítimas e torturando-as com aranhas. Mas, em "Encarnação", com um orçamento generoso, Mojica pode garantir o realismo dos detalhes de corpos mutilados pelas loucuras de Zé. O resultado é verdadeiramente chocante, repulsivo e até inédito na cinematografia brasileira - exatamente o que se esperava de um filme do diretor em pleno século 21. Nada supera, por exemplo, a cena em que o coveiro tortura uma de suas vítimas com um rato.

Na trama, o sádico Zé do Caixão (Mojica) é solto depois de 30 anos de prisão e se reúne com seu capanga Bruno (Rui Rezende) e novos súditos para (como sempre) encontrar a mulher que gerará seu filho perfeito. Em cenas que lembram "Cidade de Deus" e "Tropa de Elite", ele se esconde em uma favela paulistana e espalha a morte por onde passa, o que leva dois policiais (Jece Valadão e Adriano Stuart) e um padre (Milhem Cortaz) a ficarem na sua cola. Como se não bastasse, Zé ainda é atormentado por sonhos com suas antigas vítimas.
São essas visões que fazem uma ponte interessante entre "Encarnação do Demônio" e o restante da carreira de Mojica. Nas aparições das vítimas de Zé, são inseridos trechos dos filmes antigos do diretor. "As imagens não morrem", diz o coveiro, já no desfecho do filme. É como se o cineasta passasse o tempo todo sendo atormentado por cenas de suas produções clássicas, rodadas na década de 60. Elas retornam em forma de assombrações, fazendo Zé acreditar que está enlouquecendo. Para um autor que ficou quase 30 anos sem filmar, haveria forma melhor de mostrar os fantasmas acumulados ao longo de tantos anos?
Com esta produção, Mojica tem, inclusive, a oportunidade de exorcizar um dos momentos mais sombrios de sua carreira: no lançamento de "Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver", em 1966, o cineasta foi censurado pela ditadura militar. Teve de amenizar o discurso final de Zé do Caixão no longa, mostrando o personagem em um momento de redenção que pouco condizia com seu espírito anárquico e blasfemo.
Em "Encarnação do Demônio", o diretor usa um sósia americano (Raymond Castille) e dá continuidade ao final de "Esta Noite...", mostrando Zé saindo do pântano e amaldiçoando seus perseguidores. Cena simples, mas de grande significado: Mojica exorciza o fantasma e, de quebra, entrega um momento emocionante e muito aguardado para seus fãs. É verdade que Encarnação do Demônio pode funcionar melhor para eles, mas a produção também guarda surpresas horripilantes para quem só conheceu o cineasta por meio de suas aparições em programas de TV.
Fonte;http://www.abril.com.br/noticia/diversao/no_288209.shtml
Trailer Oficial;
Site 0ficial do Filme;
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